da vida

9 12 2008

Você fez aquele poema para mim? Toda vez que o leio imagino que você estava pensando em mim quando o criou.

Quem, além de mim e das outras três, estava apaixonada por você naquele momento e pedia que você se entregasse? Eu acreditava ser a mais próxima, a mais querida. Mas isso não é novidade, me acho mesmo o centro do universo…

Já o considero meu, achei bonitinho você dizer que não estava nem ai pra mim através de um poema. Jamais conseguiria isso, os meus são sempre de paixão intensa e busca sem freios.

Bom mesmo que você soube brecar e dizer – ESPERA! Caso contrário, estaria ai, aconchegada ao seu peito nesse instante, e nem pensaria em estar aqui, com meu blog. Não sei dizer não, muito menos para um corpo acompanhado de um bom cerébro.

Você, pelo que me parece, aprecia apenas o cerébro. As outras três estavam aquém de belas. O que estou dizendo!? Todas as mulheres são belas…

Parar foi bom. Racional e seguro. Gosto disso num homem: racionalidade e segurança.

Mas, já que você me obrigou a liberdade, venho vivendo cada gota de suor que minha pele expira e sugando todo o ar que me rodeia. Sem pressa e sem freios. E você?


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