Hoje filmei com Brown! Estou surpresa de como ele se saiu bem…
Meu olho é de boi!!!
Isso é cinema porra!!!!
Hoje filmei com Brown! Estou surpresa de como ele se saiu bem…
Meu olho é de boi!!!
Isso é cinema porra!!!!
De nada adiantar falar das minhas mazelas se nada faço para eliminá-las. Vale mais um silêncio comedido, sentido… O silêncio traz o sentido, não as palavras. O silêncio permite que seus planos aconteçam sem interferências ou vaticínios.
Quero o silêncio ao meu redor.
O Cavaleiro de Ouros surge como arcano conselheiro para este momento de sua vida, sheu, sugerindo que a qualidade do momento envolve dar importância às coisas simples da vida. A mensagem aqui é clara: de pouco ou nada adianta dar valor às coisas exageradas e dramáticas da vida. A felicidade pode e deve ser encontrada no simples, no humilde. Momento de dar valor ao que se pode alcançar e ao que já se conquistou, de valorizar o que se tem, ao invés de ficar desejando o que no momento não se pode ter. Ambição, afinal, é uma coisa boa. Mas demais é sobra. É uma arte e tanto ficar feliz com o que se tem!
Conselho: Dê valor ao que está ao seu redor.
mais e mais do mesmo
a repetição se faz volta sem nunca ter ido.
nascer sempre dói
seja a luz que incomoda os olhos
ou o lacinante ar que adentra os pulmões
se o que resta é a vida, que seja inteira e plena
e venha como um caminhar eterno em sendas calmas
para que as tormentas sejam de pronto sentidas no horizonte sem fim
desgutadas como um regato de conhecimento e momento de valorização da base que me sustenta.
já nem sei mais o que queria dizer…
Trabalhar em cinema me ensinou muitas coisas… uma das mais relevantes é que não importa o que você sente e sim o que você expressa.
Vou mandar a preguiça embora e com ela muitos dos meus problemas… arre! que vá depressa!
quero vida à toa… tomar banho no porto e descansar vendo um belo por do sol.
Não vou repetir os mesmos erros. Vou seguir em frente… seguir serenamente e contemplativa mirando o caminho que me permita ver os espinhos e também as flores, onde andar é também construir, moldar, acreditar.
Agir em primeiro plano comigo, partindo de mim todo o universo e toda a importância.

Fumei quatro cigarros hoje. O primeiro foi às 12h35, na frente do computador, após uma enorme xícara de café. Café sempre me remeteu ao fumo e o primeiro cigarro do dia é o desjejum do vício. Fumei lentamente e tive diversos pensamentos negativos sobre meu ato: me comparei com a minha mãe, me senti sendo ingrata com o sol que me presenteou com tanta luz nessa manhã de ar fresco, senti meu pulmões se enchendo de fumaça e fuligem.
O desejo pelo cigarro é intenso, mas fugaz. Durante o longo do dia senti vontade de fumar diversas vezes: após o café na reunião da tarde, no trajeto que percorri do ponto de ônibus até o local onde Júlio me esperava, durante as conversas animadas que tivemos, quando aquele cara foi para o canto e acendeu seu cigarro, em cada gole da cerveja gelada e muita, muita vontade após o caruru. Resisti a todas e vi que em 03 minutos o desejo vai embora para retornar depois e ir embora de novo. É bom nunca ter isqueiro e fósforo…
Por volta das 23h comecei a me sentir estranha… Estava bastante sensível e pensativa, posso dizer que me sentia triste… Realizei que faço muitas perguntas estúpidas que nunca serão respondidas corretamente… Desci do ônibus na orla e fui chorando muito para a parada do outro ônibus que me deixaria em casa.
No ponto havia uma senhora que, incrivelmente, tinha uma caixa de fósforos, e fumei meu segundo cigarro às 23h30. Na terceira tragada o ônibus chegou, pensei em perder o ônibus para não parar de fumar, mas fui sensata. O terceiro cigarro foi acendido exatamente às 23h35 com os fósforos que pedi emprestados a mãe de André. Fumei enquanto andava calmamente até meu prédio.
Parei de chorar quando acendi o segundo cigarro… pensei que essa tristeza foi mais uma tática do vício, falta de serotonina, crise de abstinência… que nada! é menstruação mesmo…
Uma amiga minha parou de fumar porque ela trabalhava o dia todo e quando chegava em casa ficava boa parte do tempo longe dos filhos para poder fumar excluída na área de serviços. Perco muito tempo com a internet e com o cigarro, eles ocupam pelo menos 04 horas do meu dia. É muito tempo perdido…
O quarto cigarro do dia está ali repousando, apagado, olhando para mim… vamos ver se durmo sem ele… se resisto…
Reencontrei um amigo hoje, o grande Emílio, que eu acho que não sabe, mas foi quem me mostrou que homens também choram… Bom ter lembranças compartilhadas, pensar em pessoas que você não vê há muito tempo, sorrir e sentir-se em casa. Ganhei a Gina, que ele fez com uma pedra de Lençóis (os buracos dos olhos são da própria pedra!), essa coisinha fofa e pesada ai embaixo.



Hoje é 01 de outubro e eu estou cansada de ser fumante. Me sinto fedorenta, ressequida, inchada e farta dessa dependência que beira às raias da loucura. Não acredita em mim…? Eu também não, mas mesmo assim fica aqui essa tentativa de pôr termo a uma relação sufocante e viciante.
Parei de fumar na gravidez. Nenhum tipo de fumaça ou fedor passava despercebido ao meu olfato e ao meu paladar. Tinha ânsias de vômito violentas. Fiquei nessa alegria por exatamente 01 ano e seis meses, ou seja 07 meses após o nascimento de Itiberê eu voltei a fumar.
Discutia homericamente, comigo mesma, que eu havia parado de fumar e não sentia falta, mas eu mesma me dizia que só saberia mesmo se fumasse um cigarro. Só UM e eu saberia, com certeza, se tinha ou não parado de fumar. Sempre fui adepta de São Tomé… Esse UM se transforma sempre em MAIS UM e o vício continua.
Inclusive fumo esse UM cigarro agora ao escrever esse texto, já que vou parar ele é MAIS UM de despedida…
Mas voltando aos motivos muito fortes para parar de fumar…
A ansiedade me faz fumar muito. Tenho pressa demais e vontades demais. Isso eu tenho de mudar e tenho de mudar muitas coisas para resistir ao cigarro.
Há algum tempo estou remodelando minha vida para que ela caiba perfeitamente na moldura que criei. Há tempos percebi que todos temos molduras e que elas possuem formatos comuns e singulares, que algumas são tortas e outras assimétricas, coloridas e em tons pastéis, mas que elas sempre estão lá, firmes e rentes, e que podemos re-arquitetár as molduras todo o instante.
Construi a minha e ela se parece comigo, com o que estou sendo e pretendo continuar sendo… Nela não há um mínimo espaço para o cigarro. Nem um tiquinhozinho, uma lasquinha da madeira por onde ele possa entrar e permanecer. … Just turn around now, you’re not welcome anymore…
Tenho usado a ansiedade contra o cigarro. Inventei que estou ficando doente e isso é culpa dele. Por isso tenho me dito horrores e me sentido feia com o cigarro na mão. Mas é só um paliativo e dá uns acessos de querer fumar dois cigarros seguidos para compensar.
Penso em tratar dos dois ao mesmo tempo e usar o blog nessa tarefa. Vir sempre aqui me expor para dizer se fumei, quantos fumei, porque fumei e onde fumei.
Táticas suícidas ainda combinam comigo, o cheiro das flores também!
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paciência, perseverança, luz, paz e amor! para crescer é preciso a persistência da árvore ao brotar.
por que ao ido seguir,
se todo o caminho está por ser aberto?